SEU JUVENAL

Uma história ainda sendo escrita

Capítulo 1 (1997 a 1998 - primeira formação)
O ano era 1997, em fevereiro para ser exato, a banda “Os Donáticas Rosários” formada por Hilder Alves vocal, Luciano Bitencourt Syd  baixo, Renato Zaca bateria e Zacca guitarra, vinha de uma série de shows alucinantes onde o confronto com os organizadores dos eventos foi inevitável. Afinal de contas era uma banda formada por integrantes de idade em torno dos 20 anos, vindos de grupos de rock como “Kaostrofobia e Detonation of Traveition”, que só tocavam músicas próprias e que para alguns eram fortes representantes da cena punk local e para outros nada mais do que arruaceiros anti música. Muita história rolou antes deste fevereiro de 97 para fazer com que estes 4 elementos mudassem o nome da banda para dar a impressão de que os “Donátilas” tivessem chegado ao fim e uma nova fase mais “profissional e artística” estivesse começado. Uma malandragem que escondia naquele momento uma vontade real de mudança de ares. Porque paralelo à criação desta nova banda, um grupo de artistas locais estava se reunindo para criar o que se chamou na época de “Movimento da Geração Desemboque”. A idéia era criar um movimento de jovens apartidários que promovesse ações para mexer com a estrutura política cultural da cidade. Isto influenciou muito o início do Se Juvenal que resolveu chamar mais um integrante para assumir o baixo no lugar de Syd, que passou a cantar junto com Hilder. Juliano, guitarrista da banda “Psico Brain Killers”, foi chamado pra assumir os graves. Com esta formação eles gravaram ainda no início do ano de 97 a demo “CyberJecas no sertão da farinha podre”. 4 músicas gravadas em Sampa no estúdio caseiro de Rainer Pappon. Desta demo pode-se dizer que a música Rio Claro se tornou um clássico do rock local. A partir da gravação eles partiram pros shows. E foi ai que o Seu Juvenal mostrou que apesar da mudança de nome eles continuavam ultra energéticos no palco. Em um deste shows, em abril de 1998, depois de um desentendimento com o organizar, Juliano quebra seu baixo no palco e parte da bateria também vai ao chão levando a plateia a um caos generalizado. Todos estão acostumados a ver grupos famosos promoverem este tipo de performance destrutiva. Mas um grupo local, ao vivo e a cores, na frente dos olhos assustados de todos os presentes, tudo se tornou muito intenso, o que proporcionou a saída do baixista Juliano, que naquela altura não estava conseguindo segurar a pressão de ser um Juvenal. ........................... Em construção....................aguardem palavras do próximo capítulo.

 
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